Sexta-feira, Dezembro 17, 2010

KAty Perry renovada?

Este blog já apresentou as letras de Katy Perry uma vez: Paradigma katyperryano.
Depois de ter beijado uma garota, mas só pra conhecer mesmo; de um esteriótipo de mulher baseado da vontande inconstante de um estigma feminino, o trocar de roupa constantemente, e depois de dizer que o "amor platônico" dela era possivelmente gay porque, dentre várias coisas estranhas, ele lê Hemingway e Fitzgerald....
Katy Perry se rejenerou. Com Firework ela faz uma espécie de letra de música a la Augusto Cury e mostra que todos tem vez porque somos "fogos de artifícios" devemos mostrar do que somos capazes. O video clipe ilustra bem a letra mostrando uma gorda retraida que não se diverte, um(a) jovem com câncer que fica a ver TV, dois filhos sofridos que só ouvem os pais brigarem e um rapaz gay que não pega ninguém na balada e de repente toma coragem e vai e beija o cara desejado. Sim, ela mostra um beijo gay ENTRE HOMENS em seu clipe.
Evoluçãao do paradigma katyperryano? Ou uma estratégia de incluir e causar a la Lady Gaga?
Vale a pena, nem que seja pela batidinha. Gostosinha de dançar e de ouvir sua voz, que por sinal eu adoro!

2 ovulações absurdas:

Polly Ana disse...

Loiro, gosto muito dos seus textos sobre a Kate Perry, mas não há como negar que as musiquinhas dela são chicletes! Eu simplesmente não paro de cantar Peacock e Teenage Dream. Eu acho que por trás de toda boa intenção dela lá em firework (se é que há alguma)a gente nota que não passa de uma música comercial, que veio a explodir em uma época do ano em que as pessoas estão mais vulneráveis. Ela não é a única a fazer isso, temos músicas assim da Mariah Carey, Christina Aguilera, sabe? Para mim, Kate perry ainda é mais uma dentre tantas e não chega aos pés da Lady gaga, mesmo assim eu sigo cantando suas musiquinhas que não saem da minha cabeça.

Comentador Fiel disse...

Nhá, acho que uma coisas dessa poderia até causar em outros tempos, hoje em dia o público alvo dela não dá a mínima.

É que nem a piada do SNL

"pela primeira vez na história quatro mulheres vão ao espaço, e o maior sinal de progresso é que ninguém liga."